domingo, 29 de agosto de 2010

Enjoy the Silence - Depeche Mode



Enjoy the Silence - Depeche Mode

Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Can't you understand
Oh my little girl

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm

Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm

Enjoy the silence...

(tradução)

Desfrute o silêncio - Depeche Mode

Palavras agressivas
Quebram o silêncio
Vem destruindo
O meu pequeno mundo
É doloroso para mim
Fica me machucando
Você não consegue entender
Oh minha "pequena" garota

Tudo o que eu sempre quis
Tudo o que eu sempre precisei
Está aqui em meus braços

Palavras são inúteis
Elas só podem prejudicar

Promessas são feitas
Para serem quebrada
Emoções são intensas
Palavras são insignificantes
Os prazeres ficam
E a dor também
Palavras são sem sentido
E são esquecíveis

Tudo o que eu sempre quis
Tudo o que eu sempre precisei
Está aqui em meus braços

Palavras são inúteis
Elas só podem prejudicar


Desfrute o silêncio

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

MV Bill



Série, n°10
'MV Bill'
RM. 2004

OBS: Não sou um grande fã de RAP mas confesso que o trabalho dele é bem interessante.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

'Desenhista, desista!'




'Desenhista, desista!'

Existe muita cobrança e arrogância no meio artístico e cultural... Quer saber? Eu sou o que sou! Nem mais e nem menos. Muitos dos melhores ilustradores desse país se acham com o rei na barriga. Realmente seus trabalhos são fantásticos e de ótima qualidade, mas com ou sem qualidade, eu prefiro a turma nova de desenhistas que estão por aí! Essa mulecada que desenha por desenhar e se expõe apenas por fazer, sem esperar muita coisa disso (pelo menos uma parte dela). Não têm nariz em pé porque desenham para uma Marvel/DC Comics, ou porque seu álbum vendeu não sei quantas mil cópias na Saraiva ou outra megastore dessas, ou até mesmo porque seu nome é uma referência no frágil mercado nacional. Mercado esse aliás, que, pra dizer o mínimo, é risível, com um grupinho elitizado que o monopoliza e não tem o menor interesse em competir com novos talentos. A maioria deles são professores intitulados, designers gráficos/ilustradores renomados e celebridades da mídia (aqueles que passam na televisão).
Ser desenhista não é uma profissão, hábito ou ofício. Ser desenhista é simplesmente SER! Não tem data, hora, patrão, entrega, fama, classe social ou meio cultural. Desenho porque desenho! Independente se sou profissional, domino todas as técnicas de lápis, tintas, softwares ou se sou famoso ou anônimo, estou no palácio ou na rua, tenho ou não uma produção enorme e frenética, tenho ou não os meus trabalhos publicados em todos os lugares e por me gabar disso perante milhões que não conseguem mostrá-los nem pra própria mãe.

Nem todos os artistas nasceram prontos pra brilhar...

Sim, somos desenhistas!
Sim, somos tímidos!
Sim, somos aprendizes humildes!
Sim, somos muitos e somos românticos!

RM.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

X-Men n°1 - Chris Claremont & Jim Lee



X-Men n°1 por Chris Claremont & Jim Lee

E já que comecei na postagem anterior o assunto dos X-Men de Claremont & Lee e toda aquela época, acho que já falei demais sobre isso por aqui, agora vai apenas as reportagens dos sites Universo HQ e Omelete sobre a notícia que está causando polêmica mundo afora e que retornou a discussão sobre aquele período nos Comics norte-americanos. Vejam:


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X-Men #1, de 1991, entrou para o Guiness World Records

Por Sérgio Codespoti | 23-07-2010

No primeiro dia da San Diego Comic-Con, Chris Claremont foi agraciado com um prêmio do The Guinness World Records Book, o famoso livro dos recordes mundiais.
Claremont recebeu o prêmio, juntamente com Jim Sokolowski (executivo-chefe de operações da Marvel Publishing), por seu trabalho em X-Men #1, revista publicada pela Marvel Comics em 1991, que o Guiness World Records considera como a edição de revista em quadrinhos de maior vendagem da história.
A revista X-Men #1, escrita por Chris Claremont e ilustrada por Jim Lee (que atualmente é um dos chefões da DC Comics), arrecadou cerca de 7 milhões de dólares em unidades vendidas, com um preço de capa de 1,50 dólar.
X-Men #1 foi lançada com uma grande campanha publicitária e inicialmente publicada com quatro capas diferentes que juntas formavam uma imagem maior. Posteriormente, a Marvel relançou a edição numa edição de luxo, em papel couché, com uma capa dobrável quádrupla e outros extras, com um preço de capa de 3,50 dólares.
Existem quatro razões básicas para todo o furor ao redor do título: foi a primeira vez que os X-Men ganharam uma segunda revista mensal; a popularidade de Jim Lee como artista estava chegando ao seu ápice; o primeiro arco de três partes traria a última história de Magneto; e havia rumores de que esta seria a última história de Claremont nos X-Men.
Claremont saiu da revista após a publicação de X-Men #3, devido a diferenças criativas com o editor Bob Harras. A chamada Era Claremont nos X-Men foi de 1975 a 1991, sem nenhuma interrupção.
A morte de Magneto ocorreu no final do arco com a destruição de seu asteroide, numa sequência ambígua, e não foi permanente. Pouco tempo depois, os novos editores e escritores resolveram "reviver" o personagem, que continua em circulação até hoje.
Existe uma única dúvida sobre a premiação, em relação aos critérios usados pelo Guiness World Records para definir a categoria.
Se a categoria se refere exclusivamente aos comic books no formato americano (revista com aproximadamente 32 páginas), com certeza, X-Men #1 é o recorde mundial, mas se o critério não é esse, então outros personagens europeus, como Tintin e Asterix, que são anteriores aos X-Men estão em circulação há muitas décadas, também tem álbuns (formato europeu, 48 a 52 páginas) com milhares de edições vendidas e de milhões de euros arrecadados. E há ainda o mercado japonês, com seus números impressionantes.

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X-Men #1 entra para o Guinness como gibi mais vendido da história
Chris Claremont recebe certificado durante a Comic-Con

Érico Assis 25 de Julho de 2010

O escritor Chris Claremont recebeu, durante a San Diego Comic-Con, um certificado do Guinness Book of Records pela entrada de X-Men #1 no livro como gibi mais vendido da história. A edição rendeu lucro bruto de US$ 7 milhões de dólares para a Marvel em 1991.
Na época, com a especulação em alta no mercado de quadrinhos, muita gente comprou diversos exemplares de cada capa alternativa (eram cinco). Nunca se divulgou dados precisos, mas estima-se que 8 milhões de exemplares tenham sido vendidos.
O Guinness ainda não divulgou nota oficial sobre a inclusão de X-Men #1 - e vários críticos já estão questionando a medida, pois o mercado japonês e europeu já conseguiu tiragens e vendas que pelo menos rivalizam com a da edição dos EUA.



PS: Pra mim, tenho a morte do Magneto até hoje como daquela forma.

Fontes:
http://www.universohq.com.br/
http://omelete.com.br/

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Universo Marvel 2099



Universo Marvel 2099

No início dos anos 90 quando eu tinha meus 14 anos, como todo adolescente que curtia quadrinhos no período, fui colecionador fanático pelos X-Men de Chris Claremont e Jim Lee. Aquela nova geração vinda dos anos 80 de artistas nos desenhos aliada aos roteiristas da geração anterior, produziram histórias excelentes para o contexto da época. A última história de Chris Claremont pelos X-Men, na já clássica citada X-Men n°1 (a revista mais vendida dos personagens em todos os tempos!) foi simplesmente fenomenal. Encerrou uma época e inaugurou outra, que de certa forma com base naquelas idéias, até hoje vivem esses personagens.
Apesar de haver por parte de fãs, produtores e especialistas uma crítica ferrenha quanto ao conteúdo/forma dos quadrinhos estadunidenses daquele momento e aos artistas que largaram a poderosa Marvel Comics para criarem e serem donos dos seus próprios personagens (futuros Image Comics), eu continuo achando o período riquíssimo e aquela produção artística, a melhor da biografia da maioria deles. Gostando ou não, aquela época marcou.
Geralmente essas críticas vêm por parte da geração anterior dos anos 70/80, que desprezaram aquelas novas linguagens onde uma das características era uma maior valorização da imagem em prol dos roteiros. Outro fato que ajudou a enterrar aqueles nomes foi à sucessão de escândalos desses artistas e o fracasso de vendagens posteriores. Um belo exemplo do ditado que diz que de bem intencionados o inferno está cheio. Discordo da crítica. As idéias eram boas e inovadoras. As grandes Marvel e DC Comics monopolizavam os mercados editoriais na época (e no caso da Marvel, ainda por cima estava em crise criativa e financeira). Logo, não acho errado um grupo de vanguarda apostar no futuro e pensar em desenvolver seus próprios e novos personagens, ao invés de como disse Frank Miller: "fazer reanimação cardíaca nos velhos heróis americanos". Uma lástima foi tudo não ter ocorrido assim...

Bom, mas não é sobre esses artistas a que venho falar, mas sim, de uma criação do período que a Marvel está pensando em retornar: O Universo Marvel 2099!
Adorava ler, particularmente, os X-Men 2099 em seu futuro desértico, melancólico, nostálgico e degradante. O Justiceiro 2099 tão insano quanto o atual Frank Castle e o intelectual, soft e sério Homem-Aranha 2099!
Por isso, posto um desenho meu do X-Men 2099: Dínamo (baseado em uma capa da revista) e a reportagem toda do site UniversoHQ, onde eles explicam melhor a volta daqueles títulos.



Arte: Rafael Menicucci em cima de Ron Lim, 1994.


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A volta do Universo Marvel 2099?
Por Marcelo Naranjo (24/06/2004)

Uma reportagem do site Newsarama divulgou que a Marvel Comics reativará a franquia Marvel 2099.
Essa nova versão junta a linha Marvel Knights com o conceito do Universo Marvel 2099, que colocava os principais personagens da editora em versões futuristas.
Marvel Knights é um selo que publicou inicialmente quadrinhos feitos em conjunto pela Marvel com a Event Comics, editora que era da propriedade de Joe Quesada e Jimmy Palmiotti. O selo revitalizou personagens como o Demolidor, Justiceiro, Capitão América e outros. Posteriormente, Quesada assumiu o cargo de editor-chefe da "Casa das Idéias".
Serão lançadas 5 edições, sob a tutela do escritor que é a nova sensação dos quadrinhos americanos, Robert Kirkman. O nome desta "nova" linha será Marvel Knights 2099.

Os títulos serão os seguintes:

Demolidor - Samuel Fisk, neto de Wilson Fisk, o Rei do Crime, será o novo herói. Arte de Steve Epting;

Pantera Negra - Doutor Destino invade Wakanda. Quem poderá detê-lo? Arte de Kyle Hotz;

Inumanos - Os personagens viajam por 50 anos pelo espaço, em busca de um novo lar. Arte de Cliff Rathburn;

Justiceiro - Cassandra Castle é filha do Justiceiro com... Elektra. Mas ela está muito velha, e quer passar o manto para seu filho. Arte de Pop Mhan;

Mutante - Chad Channing tem um segredo. Numa época em que os mutantes são registrados, e tem que tomar uma pílula diariamente para suprimir seus poderes, ele é o mutante de número 2099. Arte de Khary Randolph.

Conforme Kirkman, essas histórias não tem relação direta com o Universo 2099 publicado anteriormente, seguindo numa nova direção. "Isso é ainda outro futuro possível", disse.
As capas serão do artista Pat Lee, e as revistas saem em setembro, nos EUA. De acordo com o sucesso, os personagens podem voltar a aparecer posteriormente.
No Brasil, a linha 2099 teve duas revistas mensais publicadas na década de 1990 pela Editora Abril: X-Men 2099 e Homem-Aranha 2099, além de algumas edições especiais.



Fonte: www.universohq.com

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

La femme



Série, nº 9
Por RM.